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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lythronax - O 'rei do sangue' - "tio - avô" do Tiranossauro é encontrado nos EUA

Ilustração mostra o dinossauro Lythronax argestes, considerado o "tio-avô" do T-Rex (Foto: Museu de História Natural da Utah/Audrey Atuchin/AP)Cientistas do estado norte-americano de Utah dizem ter descoberto o "tio-avô" doTyrannosaurus rex, um predador enorme com um crânio pesado e grandes dentes, apelidado de "rei do sangue".
Ossos do dinossauro de 7,3 metros de comprimento, pouco menor do que o T-Rex e cerca de 10 milhões de anos mais velho, foram revelados no Museu de História Natural de Utah, em Salt Lake City.
Informações sobre a pesquisa foram publicadas no periódico científico "PLoS One".
Pesquisadores esperam que a descoberta ajude a entender melhor o ecossistema onde o predador viveu. Descoberto por funcionários da Agência Federal de Administração da Terra no leste do Utah em 2009, o animal foi batizado de Lythronax argestes, ou "rei do sangue", por causa de seus dentes enormes e da aparência de predador.
"Descobrir o Lythronax antecipa a evolução do grupo no qual surgiu o T-Rex, o que é algo que não entendíamos antes", disse Mark Loewen, geólogo da Universidade de Utah, que liderou a escavação do novo dinossauro. "O Lythronax é como o tio-avô do T-Rex".
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Crânio da nova espécie de dinossauro que foi anunciada por pesquisadores (Foto: Museu de História Natural da Utah/Mark Loewen/AP)Crânio da nova espécie de dinossauro que foi anunciada
por pesquisadores
(Foto: Museu de História Natural da Utah/Mark Loewen/AP)
Mais antigo do que se pensava
Paleontologistas achavam que membros do grupo com características como o T-Rex --corpos grandes, braços pequenos, crânios pesados e olhos para frente-- datavam de 70 milhões de anos, mas o Lythronax mostra sinais de ter existido pelo menos há 80 milhões de anos.
Como seu parente, acredita-se que oLythronax era o maior predador de sua época, perambulando por uma faixa de terra que ia do México ao Alasca, incluindo partes de Utah, durante a idade campaniana, no final da era Cretácea.
"O que é mais legal é que isso mostra que as origens dos últimos tiranossauros conhecidos estavam na parte sul da América do Norte, e não na Ásia ou mais longe na América do Norte" como se pensava antes, disse Andrew Farke, curador do Museu de Paleontologia Raymond M Alf, em Claremont, Califórnia.
Fotografias dos restos fósseis da espécie recém-descoberta foram enviadas para Loewen e sua equipe logo depois de serem descobertos no extremo sul do Monumento Nacional Grand Staircase-Escalante, na fronteira entre Colorado e Utah.
O grupo passou os dois anos seguintes resgatando, preservando e reunindo os ossos. Então, viajou para locais onde outros ossos do grupo de tiranossauro estavam sendo estudados, inclusive a China, Birmingham, Alabama; Washington, D.C. e Nova York.
Descoberta interessante
Os ossos do Lythronax estavam dispostos entre camadas de cinzas vulcânicas, o que permitiu aos cientistas determinar a idade do dinossauro estudando a decomposição dos cristais de cinzas que os cercavam.
"Esse tipo de descoberta é muito interessante e excitante porque não é apenas outro animal daquela era, mas um grande predador daquela era", disse o paleontologista Peter Roopnarine, que estuda a ecologia dos períodos de dinossauro para a Academia de Ciências da Califórnia.
Roopnarine disse que ser capaz de aprender mais sobre o Lythronax vai revelar mais sobre o ecossistema da época de seu reinado.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Nova espécie de dinossauro é encontrada no Brasil

O fóssil de uma nova espécie de dinossauro descoberta em Mato Grosso está em fase de estudo por pesquisadores de Mato Grosso e do Rio de Janeiro. Os vestígios do animal, que era herbívoro, tinha entre 8 e 10 metros de altura e pertencia à família dos titanossauros, foram descobertos em 2002, no município de Tesouro, a 385 km de Cuiabá.
Um dos responsáveis pelos trabalhos é o doutor em paleontologia Alexander Kellner, de 52 anos, do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Nascido em Liechtenstein, mas naturalizado brasileiro, ele também foi um dos descreveram o primeiro fóssil de dinossauro encontrado em solo mato-grossense, o abelissauro.
O fóssil atualmente em pesquisa é composto por coluna vertebral, braços e pernas. O paleontólogo evita dar muita informação sobre o dinossauro. “Não se costuma falar muito de um animal que está sendo descrito ainda”, justifica Kellner, que já descreveu cerca de 50 espécies de animais e, entre eles, aproximadamente 10 dinossauros.
O material ficou parado por um bom tempo no museu nacional, diz o estudioso, e não há prazo para que a descrição fique pronta. Além do tamanho dos dinossauros em si, um dos entraves para a pesquisa é a falta de verba, aponta Kellner.
“Até porque os pesquisadores não estudam só essas espécies. E os dinossauros, por serem muito grandes, demandam mais tempo e mais dinheiro. Uma das grandes dificuldades é remover o sedimento que envolve o fóssil”, comenta.
Um dos exemplos da demora nesse processo é a descrição do abelissauro, há pouco mais de uma década. A vértebra caudal e uma vértebra da coluna foram encontrados no distrito Jangada Roncador, de Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, na década de 60, mas o animal só foi descrito cerca de 40 anos depois. O fóssil permaneceu décadas no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e acabou sendo estudado por pesquisadores do Museu Nacional do Rio de Janeiro.
O animal ganhou o nome de Pycnonemossaurus nevesi e o apelido de “lagarto de Abel”. O dinossauro era carnívoro, podia chegar a 4 metros de altura e viveu há aproximadamente 70 milhões de anos. Uma réplica de 2,20 metros de altura e 7 de cumprimento pode ser vista no Museu de Pré-História Casa Dom Aquino, na capital.
Pesquisas em MT
A estimativa é que no máximo cinco pesquisadores atuem no estado, nos dias atuais, para estudar fósseis, diz a bióloga e doutora em botânica Silane Caminha, responsável pelo laboratório de paleontologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
“O estado é gigantesco e há pouquíssimas pessoas trabalhando com isso. O potencial é muito grande. Temos vários invertebrados e muitos vertebrados. E há as plantas também. Acho que nossa evolução de conhecimento de dinossauros deveria ser muito além do que está”, afirma.
Porém, a riqueza de Mato Grosso não está relacionada apenas aos vestígios de dinossauros. Aqui, por exemplo, foi encontrado dez anos atrás o fóssil de um peixe, em Alto Garças, a 366 km da capital, que teria vivido há mais ou menos 250 milhões de anos. O autor da descoberta, que ocorreu durante uma aula de campo, foi um aluno do curso de geologia da UFMT.
Fóssil de peixe encontrado em Alto Garças (Foto: Carolina Holland/G1)Fóssil de peixe encontrado por estudante durante aula de campo em Alto Garças (Foto: Carolina Holland/G1)
“É importante porque é um holótipo (espécime único, a partir do qual foi descrita uma espécie ou subespécie). Uma espécie nova. E é o primeiro peixe encontrado aqui no estado. Depois desse achado, não foi encontrado mais nada”, explicou Silane. A publicação da descrição do fóssil, no entanto, nunca saiu. “Já foi submetida, está tudo certo, mas não foi publicada ainda. Essas coisas demoram mesmo, na verdade”, afirma.
De acordo com a doutora, alguns dos lugares com maior potencial paleontológico no estado são a região de Chapada dos Guimarães (dinossauros e braquiópodes - invertebrados que parecem ostras), Guiratinga e Tesouro (dinossauros), e Alto Garças (mesossauro – espécie de lagarto pequeno).
Os vestígios mais comuns encontrados no estado são de braquiópodes. “São 'conchinhas' encontadas com abundância em Chapada. E são importantes porque foram pouco estudadas. Foram alvo de pesquisas nas década de 80 e 90, mas, depois disso  ninguém nunca mais estudou”, diz Silane.
A pesquisadora avalia que os fósseis do estado ainda são pouco conhecidos. E, apesar do potencial, o estado não atrai muita gente de fora. “A impressão que eu tenho quando vou a congressos é que todo mundo quer vir a Mato Grosso. Mas, efetivamente, nunca aconteceu. Tem muitos paleontólogos no Sudeste e Sul do país. Mas eles acabam se envolvendo nas pesquisas locais”, afirma. Essa ausência de interessados é ruim, avalia Alexander Kellner “A falta de pesquisadores faz com que demore a elucidação das pesquisas”, opina.
Outros achados de dinossauros, como coprólitos (restos fecais fossilizados), fêmur e ossos longos desses animais podem ser vistos no Museu de Minerais, Rochas e Fósseis da UFMT.
Ir a campo
As idas a campo em busca de fósseis são sempre incógnitas. Muitas vezes, paleontólogos e estudantes passam dias procurando e nada. Ou quando encontram, são coisas mais soltas, como vértebras e costelas. Achar um animal inteiro é raro.
O laboratório de paleontologia da UFMT recebe colaboração de moradores de várias regiões do estado, que avisam quando encontram materiais. Alguns donos de minas também têm exercido papel importante no estímulo à pesquisa. Quando algum trabalhador encontra um fóssil, por exemplo, encaminha à universidade.

“A atividade de coleta é de risco. Fica-se muito tempo acampado, tirando muita coisa da terra, dormindo em barraca. Não é fácil. E ainda existe a possibilidade de não encontrar nada”, diz Kellner.
Na UFMT, 40 alunos do curso de geologia vão a campo uma vez por ano para passar de 4 a 7 dias vasculhando. Às vezes encontram alguma coisa. Porém, mas na maioria das vezes, não. “A gente vai preparado para não encontrar nada”, ressalta Silane.
No entanto, quando um fóssil é descoberto, tudo muda. “A comida passa a ser uma delícia e o acampamento vira hotel cinco estrelas”, brinca Kellner.
Fósseis e população
Contudo, ocorrem ainda enganos, como o de confundir ossos 'novos' com fósseis. Para saber se o que foi encontrado deve ser objeto de pesquisa para paleontólogos, uma das dicas é verificar a densidade: o fóssil é mais rocha do que osso e, por isso, é pesado como uma pedra. Em outras palavras, o osso recente é muito mais leve porque não é uma rocha ainda.
Para a paleontologia, materiais de até 10 mil anos atrás são subfósseis. E, anteriores a isso, fósseis.
Fóssil de mesossauro encontrado em Mato Grosso (Foto: Carolina Holland/G1)Fóssil de mesossauro encontrado em Mato Grosso está no laboratório de paleontologia da UFMT
(Foto: Carolina Holland/G1)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

‘Caminhando com Dinossauros 3D’ tem novo cartaz

A Fox Film divulgou mais um cartaz ‘Caminhando com Dinossauros – O Filme‘ (Walking with Dinosaurs), baseado no megassucesso da TV (BBC).
Confira, junto com o cartaz nacional:

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Eles desapareceram há mais de 60 milhões de anos, mas ainda exercem enorme curiosidade.  ’Caminhando com Dinossauros – O Filme‘ ’ acompanha a trajetória um simples dinossauro luta para se tornar um herói para a posteridade.
Os espectadores vão sentir e viver a era em que os dinossauros comandavam a Terra, no documentário filmado em 3D.
A estreia no Brasil é prevista para 3 de Janeiro de 2014.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Dinossauro carnívoro de grande porte é descoberto no Brasil


Pesquisadores brasileiros encontraram no interior de São Paulo um fóssil de mais de 70 milhões de anos que pertence a um dinossauro carnívoro da família dos carcarodontossaurídeos. A peça é considerada a primeira evidência de que répteis deste grupo viveram também no Brasil.
Imagem mostra o fóssil encontrado por pesquisadores brasileiros no interior de São Paulo (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)Imagem mostra o fóssil encontrado por paleontólogos
brasileiros no interior de São Paulo
(Foto: Reprodução/Cretaceous Research)
O fóssil, um pedaço de osso que compõe o crânio, foi achado por pesquisadores das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Federal de Uberlândia (UFU) em 2009, mas a conclusão da análise foi divulgada recentemente no site da revista científica “Cretaceous Research” e foi publicada no fim de 2012.
O fragmento foi encontrado na região da cidade de Alfredo Marcondes, localidade que fica próxima a Presidente Prudente e a 586 km de São Paulo.
A região está inserida na Bacia Bauru, uma área do território brasileiro com 370 mil km² que abrange parcialmente cinco estados (São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás) e está repleta de sedimentos como fósseis de dinossauros, de mamíferos e outros répteis pré-históricos.
Simulação mostra onde pedaço de fóssil se encaixaria no crânio de exemplar de dinossauro da família dos Carcarodontossauros (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)Simulação mostra onde pedaço de fóssil (em branco) se encaixaria no crânio de exemplar de dinossauro da família dos Carcarodontossauros (Foto: Reprodução/Cretaceous Research)

Segundo Lílian Paglarelli Bergqvist, do Laboratório de Macrofósseis da UFRJ e uma das coordenadoras da pesquisa, o fóssil de dinossauro foi encontrado quase que por acidente, já que a investigação científica buscava inicialmente resquícios de mamíferos do período Cretáceo.

De acordo com Lílian, o pedaço de osso do crânio é a primeira evidência que comprova a existência desta família de dinossauros no Brasil. Anteriormente, apenas dentes foram encontrados em outra região do país, mas não forneciam informações suficientes para comprovar que esses répteis viveram por aqui.
Mesmo com a descoberta, ainda não é possível determinar qual é a espécie do dinossauro. “Não sabemos a quem atribuir esse fóssil, pode ser até que seja uma nova espécie da família dos carcarodontossaurídeos que era restrita ao Brasil (...). Mas precisamos de mais dados e fósseis que forneçam evidências mais concretas”, disse.
Os paleontólogos trabalham com a hipótese de que esse animal media entre 12 e 13 metros de altura, é carnívoro, e pode ser comparado ao porte do tiranossauro (Tyrannosaurus rex), dinossauro que está entre os maiores predadores que já pisaram no mundo.
Além do fóssil de carcarodontossaurídeo, também foram encontrados resquícios de dinossauros saurópodes (herbívoros), cujos resultados da investigação científica deverão ser publicados em breve. O trabalho paleontológico foi coordenado também pelo pesquisador Carlos Roberto Candeiro e pelo geólogo Felipe Simbras.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vídeo - Tiranossauro vs. Nanotirano - O caçador de tiranossauros

Como um dos maiores predadores de todos os tempo, o Tiranossauro Rex seria uma presa? Os adultos não, porém quando desprotegidos os filhotes do T-Rex poderiam ser caçados, provocando assim uma batalha histórica quando os adultos ficavam furiosos. Veja aqui o documentário da History Channel retratando uma história real dessa há milhões de anos onde hoje é o Estados Unidos!

sábado, 19 de janeiro de 2013

Fóssil de crustáceo é encontrado no Brasil


Um camarão foi encontrado na Chapada do Araripe, no sertão da divisa entre os estados de Ceará e Pernambuco, a cerca de 500 quilômetros do litoral. O crustáceo foi encontrado no distrito de Jamacaru, próximo a Crato, no Ceará, mas isso foi há cerca de 110 milhões de anos. Trata-se do primeiro fóssil deste tipo a ser encontrado na região, pelos pesquisadores da Universidade Regional do Cariri (Urca). A descoberta é mais uma evidência de que a região, no semiárido nordestino, já foi banhada pelo mar na era Cretácea — entre 140 milhões e 65 milhões de anos — ou pelo menos tinha lagoas com certo nível de salinidade.

— A descoberta de fósseis de dinossauros e tartarugas não davam tanta evidência sobre a presença de água do mar na região, mas a descoberta do camarão, inédita, prova que na Formação Romualdo havia água com algum nível de salinidade. Era uma região isolada do mar, que deveria invadi-la esporadicamente — explica paleontólogo Alamo Saraiva, da Urca.


O fóssil foi encontrado depois de 11 dias de escavação, em uma concreção calcária, e com aparência de forma tridimensional, ainda mais raro e valioso
Foto: DivulgaçãoQuando o paleontólogo se refere a dinossauros e tartarugas, faz menção da fama mundial que a Chapada do Araripe tem na comunidade científica em relação à pesquisa de fósseis:

— Digo sempre que, se a história da vida na Terra fosse um livro, a Bacia do Araripe seria um capítulo inteiro. Há documentação sobre a história da vida na região desde 400 milhões até 1 milhão de anos.

O camarão fóssil encontrado pela equipe de Alamo é da família Caridea e está na linha evolutiva dos camarões atuais criados em fazendas, o Machobrachium rosenbergi. Por se tratar de um achado inédito, os pesquisadores batizaram com um novo nome de gênero e espécie, a Kellnerius jamacaruensis. O nome foi uma homenagem a Alexander Kellner, pesquisador que ajudou a estabelecer um núcleo de paleontologia na região, e à reserva de Jamacaru, onde ocorreram as escavações.

O fóssil descoberto tem 1,8cm de comprimento e encontrado depois de 11 dias e 9,5 metros de escavação. Preservado em uma concreção calcária, conhecida como “pedra de peixe”, o camarão teve a aparência preservada de forma tridimensional, o que é mais raro e torna a descoberta mais valiosa.

Desde maio, quando a pedra em que estava o fóssil foi descoberta, um trabalho de coordenação motora bastante fina para revelar a forma do camarão exigiu meses de tratamento na rocha, com lupa capaz de aumentar a imagem 60 vezes e instrumentos delicados como uma agulha para aplicação de insulina.

— Quando se encontra um fóssil de um bicho que tinha perninhas e antenas o trabalho final é muito mais delicado que quando se encontra um dinossauro, por exemplo. Qualquer movimento errado pode por a pesquisa em risco — explica o paleontólogo.
A nova espécie será registrada na publicação neozelandesa “Zootaxa”, especializada em trabalhos que provem a existência de espécies inéditas.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Nova espécie de dinossauro é encontrada no Brasil

Pesquisadores da Universidade Federal do Pampa, de São Gabriel, na Região da Campanha do Rio Grande do Sul, descobriram três fósseis de dinossauros em excelente estado de conservação em Agudo, na Região Central do estado. A descoberta foi apresentada nesta quarta-feira (19) e, segundo os paleontólogos, pode representar uma nova espécie.
“Aparentemente é uma nova espécie. Seria a sétima espécie do Rio Grande do Sul, e a terceira encontrada em Agudo. É um local para onde ninguém tinha ido, podem ter muitos outros locais. Os fósseis estavam juntos, dando uma evidência que eram animais que viviam em bandos. Herbívoros”, disse o paleontólogo Sérgio Dias da Silva.
Pesquisadores descobrem três fósseis de dinossauros no RS (Foto: Divulgação/Unipampa)
Fóssil da nova espécie descoberta no RS
Os fósseis estavam em uma propriedade rural na localidade de Linha das Flores, no interior de Agudo. As ossadas são de cerca de 225 milhões de anos, do fim do período Triássico, antes do Jurássico. Um dos animais estava com a ossada praticamente completa. Pela quantidade de espécies encontradas no Rio Grande do Sul e pela antiguidade dos ossos, ele acredita que a região possa ter recebido os primeiros dinossauros do planeta.
"Três dinossauros juntos, um totalmente completo, praticamente articulado, é raríssimo (de se encontrar). Das cerca de 25 espécies de dinossauros no Brasil, não existe nenhum articulado. Os que tem crânio, nenhum tem completo. Parece que os bichos morreram ano passado. São do inicio da evolução dos dinossauros no mundo. Pela quantidade de fósseis encontrados aqui, é bem provável que os dinossauros surgiram aqui na região do Rio Grande do Sul e Argentina para depois se espalharam pro resto mundo. Seria a sétima espécie encontrada no estado”, explicou.
Os animais encontrados mediam cerca de 2 metros de altura e 3 metros de comprimento. O material estava em uma rocha de três toneladas.

FONTE:
*G1

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"Nyasasaurus" o dinossauro mais antigo de todos é descoberto

Imagem divulgada pela Universidade de Queensland em julho mostra fósseis encontrados em Cairns, Austrália. Foto:
AFP/The University of Queensland/Douglas Irvin
Imagem divulgada pela Universidade de Queensland em julho mostra fósseis encontrados em Cairns, Austrália. Foto: AFP/The University of Queensland/Douglas Irvin












Ossos fossilizados descobertos por um paleontólogo britânico na Tanzânia colonial durante os anos 1930 podem pertencer ao dinossauro mais velho do mundo, informaram os pesquisadores.

Esses ossos, só agora estudados, seriam de uma criatura chamada Nyasasaurus parringtoni, que teria habitado a Terra 10 milhões de anos antes dos dinossauros mais antigos conhecidos até o momento.

"Se o Nyasasaurus parringtoni não é o dinossauro mais velho, então é o parente mais próximo encontrado até agora", declarou o biólogo Sterling Nesbitt, da Universidade de Washington, principal autor do estudo publicado na revista Biology Letters, da Royal Society britânica.

"Esta criatura tinha o tamanho de um labrador, mas com uma cauda de 5 pés de comprimento (1,50 m)", descreveu a Universidade de Washington em um comunicado.

Ela teria habitado o nosso planeta cerca de 10 milhões de anos antes dos pequenos e rápidos Eoraptor e Herrerassauros, os mais antigos dinossauros conhecidos que viveram no final do Triássico (entre 230 e 225 milhões anos a.C).

A linhagem de dinossauros seria então de 10 a 15 milhões de anos mais velha do que os fósseis mostraram até agora.

"Há 150 anos, pensava-se que poderia ter existido dinossauros no Triássico Médio, mas todas as evidências permaneciam ambíguas", disse Sterling Nesbitt.

Sua equipe analisou os fósseis coletados no início dos anos trinta, na Tanzânia, por uma expedição liderada pelo paleontólogo Rex Parrington. Foram seis vértebras e um úmero, preservados no Museu de História Natural de Londres.

Eles determinaram que o animal em pé media de 2 a 3 metros de comprimento, com uma altura de 1 m na bacia, e pesava entre 20 e 60 kg.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ 2013!

O Blog Dino World deseja a todos os seus seguidores e leitores um feliz 2013, com muita saúde e paz!

Tiranossauro / Tyrannosaurus


O Tyrannosaurus rex é o dinossauro mais conhecido popularmente. Seu nome significa "rei dos répteis tiranos", ele viveu no final do período Cretáceo e era o terópode mais temido de sua região.

Este dinossauro poderia caçar dinossauros de qualquer porte e também se alimentava de carniça, com o herbívoro ceratopsiano Triceratops provavelmente ele travava lutas históricas.

O Tiranossauro alcançava 14 metros de comprimento e 5,8 de altura, suas pernas eram grandes e fortes, características de grandes terópodes, já suas patas dianteiras eram pequenas e simplesmente inúteis não podendo por exemplo alcançar nem sua própria boca. Sua mandíbula tinha 1,2 metro de comprimento e possuía dentes grandes e curvos para trás para arrancar grandes nacos de carne de suas presas.

O rex viveu no final do período cretáceo, principalmente América do Norte e provavelmente presenciou o final dos dinossauros. Onde ele vivia, na América, haviam zonas montanhosas, uma área quente e tempestuosa o que nega o que diz na teoria que o Tiranossauro fica confuso com chuva como é apresentado no livro "O Parque dos Dinossauros".

Em fósseis do Tiranossauro notam-se marcas de batalhas travadas com herbívoros da época e de entre eles mesmos, por território, caça ou acasalamento.

A maioria das pessoas acreditam que o rex foi o maior e mais forte dinossauro carnívoro que já viveu, mas essa ideia está incorreta, pois haviam maiores como o Espinossauro e o Giganotossauro.


No gênero Tiranossauro, ocorria o dimorfismo sexual, tendo sido verificado em fósseis que haviam dois tipos de corpos diferentes, um robusto e outro mais gracioso. Acredita-se que o mais robusto era o da fêmea pois em diferenças morfológicas como por exemplo a pélvis mais larga para permitir a passagem dos ovos, tal como acontece nos crocodilos.

Postura: desde que foi descoberto(1902) pensava-se que o Tiranossauro andava como um tripé com a cauda apoiando no chão, já em 1970 percebeu-se que aquela postura estava incorreta pois resultaria em fraturas e enfraquecimentos em articulaçes. Apesar de tudo isso só na década de 1990 com o filme Jurassic Park que a postura certa foi apresentada. Hoje sabe-se que o Tyrannosaurus andava paralelo ao chão e usava a cauda como contrapeso.

Estimativa de crescimento: comparando os fósseis de diferentes espécimes de Tiranossauro, cientistas puderam fazer várias estimativas de crescimento do animal. O T-Rex crescia muito rápido, principalmente quando chegava à puberdade, o que acontecia aos quatorze anos. Entre essa idade e sua maturidade (dezoito anos) ele explodia na velocidade de crescimento: passava de seis metros de comprimento e duas toneladas para quatorze metros de comprimento e mais seis toneladas.

 O Tiranossauro sem dúvidas é o dinossauro mais famoso popularmente. Desde antes dos sucessos de bilheterias "Jurassic Park" ao lado do Triceratops, ele era famoso entre crianças e adultos. No filme de direção de Steven Spilberg, ele foi o protagonista no 1 e 2. Nos jogos da franquia ele sempre tem presença garantida. Além disso ele aparece em muitos documentários e tem a maior diversidade de brinquedos e bonecos.

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